
As Eleições Gerais de 2026 serão acompanhadas oficialmente por oito organizações internacionais convidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para atuar como Missões de Observação Eleitoral (MOEs).
Foram convidadas a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a União Africana, a Liga dos Estados Árabes (LEA), a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).
As missões ainda estão em fase de preparação. O TSE informou que ainda não foram definidos o número final de observadores, os locais que serão acompanhados no país nem a data de chegada dos representantes ao Brasil. O cadastro das pessoas observadoras está em andamento, com atenção à representação geográfica e à paridade de gênero.
Os observadores serão credenciados pela Justiça Eleitoral e poderão acompanhar diferentes etapas do processo eleitoral, desde a preparação dos sistemas e a organização das eleições até a votação, apuração, totalização dos resultados e diplomação das candidaturas eleitas.
A atuação das missões tem como objetivo ampliar o acompanhamento independente e técnico das eleições, avaliando aspectos como a integridade do processo, a organização e a logística eleitoral e o cumprimento das normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Em 2022, 13 organismos participaram oficialmente da observação das eleições brasileiras. Para 2026, além das missões oficialmente convidadas, governos e organismos estrangeiros poderão participar do acompanhamento por meio do Programa de Convidados Internacionais (PCI), iniciativa realizada pela Justiça Eleitoral desde 2010.


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