
O Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, disputados em Milão e Cortina, na Itália, com um feito inédito: a primeira medalha olímpica do país na história da competição e logo um ouro. O destaque da campanha foi o atleta Lucas Pinheiro Braathen, que subiu ao lugar mais alto do pódio no slalom gigante.
Em comunicado divulgado neste domingo (22), o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) celebrou o resultado e classificou a participação brasileira como histórica. Segundo o presidente da entidade, Marco La Porta, o país não apenas ampliou sua delegação como também alcançou um marco inédito no esporte nacional.
“Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro”, destacou o dirigente.
Lucas Pinheiro Braathen também celebrou o resultado e ressaltou o simbolismo da conquista. “Eu e o Brasil não estávamos aqui apenas para participar. Estávamos aqui para fazer a diferença, trazer nossas cores, outra mentalidade, outra cultura e celebrar essa diversidade do Brasil e do esporte. Acho que esse ouro representa a força que existe nessa diversidade”, afirmou o atleta.
O Brasil participou da edição italiana com sua maior delegação da história em Jogos Olímpicos de Inverno, totalizando 14 atletas. O crescimento no número de competidores reforça o avanço do país em modalidades tradicionalmente dominadas por nações de clima frio.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) também avaliou positivamente o evento. Antes da cerimônia de encerramento, a presidente da entidade, Kirsty Coventry, classificou os Jogos como “incríveis” e destacou o alto nível das disputas realizadas ao longo das duas semanas de competição.
A edição de 2026 ficará marcada como um divisor de águas para o esporte olímpico brasileiro de inverno, consolidando uma nova fase para o país na competição.
Redação


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