
O mês de junho marca a campanha Junho Vermelho, uma iniciativa nacional de conscientização sobre a importância da doação de sangue. A ação foi criada para reforçar os estoques dos hemocentros durante o período mais crítico do ano, o inverno, quando as doações costumam cair significativamente.
Atualmente, apenas 1,4% da população brasileira doa sangue com regularidade, o que representa cerca de 14 doadores para cada mil habitantes. Embora o número de doações supere os 3 milhões por ano no Sistema Único de Saúde (SUS), o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), seria que pelo menos 3% da população fosse doadora regular. Isso garantiria segurança e estabilidade nos estoques para atender a acidentes, cirurgias, partos e tratamentos de doenças graves, como câncer e anemias crônicas.
O Brasil conta com 32 hemocentros coordenadores estaduais, além de centenas de unidades regionais e municipais espalhadas por todo o país. Esses serviços são responsáveis pela coleta, processamento e distribuição do sangue doado, beneficiando milhares de pacientes todos os dias. Uma única doação pode salvar até quatro vidas, reforçando o impacto desse gesto de solidariedade.
Para ser um doador, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 kg, ter entre 16 e 69 anos (com autorização dos responsáveis, no caso de menores de idade), além de estar alimentado e descansado no momento da doação. O processo é seguro, rápido, indolor e pode significar a diferença entre a vida e a morte para alguém.
Procure o hemocentro mais próximo, doe sangue e incentive amigos e familiares a fazerem o mesmo. A doação é um ato de empatia, responsabilidade social e amor ao próximo.
Da Redação


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