
Nesta quinta-feira (8), a Igreja Católica viveu mais um momento histórico com a eleição do novo Papa. Após dias de Conclave no Vaticano, os cardeais anunciaram a tão esperada fumaça branca, sinalizando ao mundo que a Sé de Pedro está novamente ocupada. O escolhido foi Robert Francis Prevost, dos Estados Unidos, agora o novo líder espiritual de mais de 1,3 bilhão de católicos no mundo.
O processo de escolha de um papa é antigo, tradicional e cercado de simbolismos. Ele começa após a morte ou renúncia do papa anterior, no caso atual, em razão da morte do Papa Francisco.
Nascido em 14 de setembro de 1955, em Chicago, Robert Francis Prevost é o primeiro norte-americano a ser eleito Papa. Ele pertence à Ordem de Santo Agostinho, onde ingressou ainda jovem e foi ordenado sacerdote em 1982.
Leão XIV, nome que escolhe ser chamado a partir de agora, atuou como missionário no Peru por quase duas décadas, onde desenvolveu trabalhos sociais e pastorais importantes. Em 2014, foi nomeado bispo de Chiclayo, no norte do Peru. Em janeiro de 2023, foi escolhido pelo Papa Francisco, como Prefeito do Dicastério para os Bispos, um dos cargos mais importantes da Cúria Romana, responsável por nomear bispos no mundo todo. Ainda em 2023, tornou-se cardeal.
Prevost é fluente em inglês, espanhol e italiano, e tem um perfil equilibrado, conservador em pontos doutrinários, mas pastoral e aberto ao diálogo. Seu nome era apontado como um dos favoritos entre os chamados papáveis, cardeais com forte chance de serem eleitos.
Com sua experiência missionária, sensibilidade pastoral e sólida formação teológica, o novo Papa traz expectativas de continuidade. O mundo aguarda agora seu primeiro pronunciamento oficial e os rumos que dará à Igreja católica nos próximos anos.
Da Redação


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