Após a implementação de políticas que restringem ou proíbem o uso de celulares em salas de aula, diversas escolas brasileiras começaram a notar uma mudança significativa no comportamento dos estudantes, o aumento da procura por livros nas bibliotecas escolares.

A medida, que inicialmente gerou debates entre educadores, pais e alunos, tem demonstrado efeitos positivos em várias instituições. Sem o celular como distração constante, muitos estudantes passaram a buscar outras formas de entretenimento e aprendizado durante os intervalos e horários livres, e os livros têm sido os grandes beneficiados dessa mudança.

Segundo relatos de bibliotecários e professores, houve um crescimento expressivo no número de empréstimos e visitas às bibliotecas. Livros de literatura infantojuvenil, mangás, revistas educativas e até obras clássicas da literatura brasileira voltaram a chamar a atenção dos alunos.

Educadores destacam que o hábito da leitura, além de estimular a criatividade, a imaginação e a empatia, também melhora a escrita, o vocabulário e a capacidade de concentração dos estudantes. O novo cenário tem gerado oportunidades para projetos de incentivo à leitura, clubes do livro e rodas de conversa dentro do ambiente escolar.

A iniciativa também tem sido bem recebida por muitos pais, que observam uma redução no tempo de tela e um interesse renovado dos filhos por atividades mais intelectualmente estimulantes.

Embora ainda haja desafios na aplicação e fiscalização das regras sobre o uso do celular nas escolas, os resultados iniciais sugerem que limitar o acesso aos dispositivos pode abrir espaço para redescobertas importantes, como o prazer da leitura e o convívio mais atento com colegas e professores.

Da Redação

Deixe um comentário