
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) confirmou a realização da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU). Ao todo, serão ofertadas 3.352 vagas distribuídas entre 35 órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.
Das vagas anunciadas, 2.180 serão de preenchimento imediato, sendo 1.672 para cargos de nível superior e 508 para nível intermediário. As outras 1.172 vagas comporão o cadastro de reserva, com expectativa de provimento em curto prazo.
A primeira edição do concurso aconteceu em 18 de agosto, com aplicação de provas em 228 municípios. Apesar do adiamento devido às fortes chuvas no Rio Grande do Sul, cerca de 970 mil candidatos participaram, embora a taxa de abstenção tenha sido alta, atingindo 54,12%.
Mesmo assim, o CNU tornou-se o maior concurso público da história do Brasil, com 6.640 vagas distribuídas em 21 órgãos federais, organizados em oito blocos temáticos.
A segunda edição promete ser ainda maior, com a inclusão de um nono bloco temático. O edital está previsto para julho, e a banca organizadora ainda será definida. Será mantido o modelo de inscrição por bloco temático, em que o candidato poderá escolher sua ordem de preferência para os cargos dentro de um mesmo bloco.
Desta vez, as provas serão aplicadas em duas etapas: Prova objetiva, prevista para 5 de outubro de 2025 e a prova discursiva em 7 de dezembro de 2025. O resultado final será em fevereiro de 2026
Da redação


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