A dificuldade para dormir é uma realidade comum entre os brasileiros. De acordo com uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 72% da população sofre com distúrbios relacionados ao sono, como apneia, alterações comportamentais durante o descanso e, principalmente, insônia, o problema mais frequente entre os entrevistados.

Dormir bem é essencial para a saúde física e mental. No entanto, milhões de pessoas sofrem com o problema , que afetam a qualidade e a quantidade do descanso noturno. Esses distúrbios podem comprometer o funcionamento do corpo, a concentração, o humor e até aumentar o risco de doenças.

Distúrbios do sono são alterações no padrão normal que dificultam o descanso adequado. Eles podem se manifestar como dificuldade para adormecer, manter o sono ou até como sonolência excessiva durante o dia. Alguns dos principais tipos incluem: Insônia, apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, narcolepsia e bruxismo.

As causas mais comuns dos distúrbios do sono está relacionada ao estresse, ansiedade ou depressão, maus hábitos, como uso excessivo de telas antes de dormir, consumo de cafeína, álcool ou medicamentos, condições médicas como obesidade, hipertensão, problemas respiratórios, além de fatores genéticos ou neurológicos.

O diagnóstico geralmente é feito por um médico, que pode solicitar exames como a polissonografia, que analisa o sono durante a noite. O tratamento depende do tipo de distúrbio e pode incluir: Mudanças no estilo de vida (exercício, alimentação, rotina de sono), terapia comportamental ou psicológica, uso de aparelhos respiratórios (como o CPAP para apneia) e medicamentos, esses quando indicados por um médico especialista.

Distúrbios do sono não devem ser ignorados. Dormir mal afeta a saúde do coração, do cérebro e do sistema imunológico. Ao identificar sintomas persistentes, é importante buscar orientação médica para avaliação e tratamento adequados.

Da Redação

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